Essa é a primeira temporada, no total são nove ^^'
Conteúdo:
Sangue, violência, armas, torturas... de tudo um pouco...
Indicada para maiores de 14 [ou mais~] As partes das torturas colocarei algum destaque^^' [Talvez vermelho?!]
Estilo: Ação... Romance... Dramalhão mexicano *aiaiaiii*
Personagens: Daiana, Yoochun, Yunho, Changmin, Jocasta, Nathy, Junsu, Mah, Yasha, Hynnie, Tiffany, Tae, Jessica, Paula, Jaejoong, Ryu...
Autora: Eu ~~ [Ainda estou escrevendo, baseada num sonho que eu tive a muito tempo atrás]
Status: Continua conforme forem comentando
Periodicidade: Um capitulo por semana [Tem capitulos que serão divididos em partes~ Todas as partes de um capitulo serão lançadas na mesma semana]
Cada capitulo, pelo menos da primeira season tem música tema, então, antes de começar a ler, coloque para carregar a música ò.ó
Legenda:
Entre aspas "" e italico são pensamentos


Prólogo


Alguém lhe chama em seu ouvido:

- Então, ainda não está pronta?

- Calma, calma, falta somente mais um fio – ela sussurra de volta, enquanto olhava calmamente para seu relógio e em seguida para vários fios multicoloridos a sua frente “Mas era o verde ou o vermelho que eu deveria ligar no branco?”. Seus pensamentos se embaralham ao perceber que tinha somente 20 segundos. Uma decisão apressada e junta os fios vermelho e branco, um alarme soa, vários gritos estavam ecoando fora da sala de onde ela estava. A voz que estava em seu ouvido volta a lhe importunar – Ei... Você está aí para não chamar atenção e não o contrário

Realmente, aquela voz estava certa, ela deveria ser rápida e não chamar a atenção de ninguém

-Eu gosto de ação mesmo... Odeio comer quieta – voltava a responder aquela voz, masculina e afinada que estava conversando com ela, era seu parceiro, estava lá somente para pega-la na saída, algo que ela mesma acabara de dificultar para os dois.

Ela ouviu batidas na porta daquela sala, enquanto pegava suas coisas, escutou barulhos do que seriam um molho de chaves sendo sacudido, provavelmente tentando encontrar a chave daquela porta. Ela terminou de pegar suas coisas, não poderia deixar vestígios, colocou em sua pequena mochila preta, ajeitou-a em suas costas. “O que eu vou fazer agora” Olhou em volta rapidamente, avistou um pequeno duto de ar em cima de sua cabeça “É você mesmo que eu quero” Num movimento rápido, ela pegou impulso, agarrou-se em uma pequena janela, após apoiou sua perna na parede ao lado e subiu até o duto de ar.

Ficou esgueirando-se por aquele duto imundo, até ver uma saída, ouviu vozes atrás dela, deveriam ser os guardas do local, começou a rastejar mais rápido e conseguiu ver uma luz, do que parecia ser à saída daquele minúsculo duto sujo “Ainda bem que ele está quieto, não estou nos meus melhores momentos para aturá-lo”.

Ao chegar à saída daquele local, ela deu um pulo, apoiou seu joelho e em seguida sua mão no chão, para ter um impacto menor sobre o resto do corpo, levantou-se devagar, havia companhia, companhia indesejada, eram três guardas, todos fortemente armados.

Ela deu-lhes um sorriso e jogou sua mochila em um que estava no meio, antes que ele pudesse atirar nela, ela correu na direção deles, era rápida, bastante rápida para uma mulher da altura dela. Quando conseguiu chegar até eles, deu um chute no guarda que estava a sua esquerda e um soco no da direita. Pegou sua mochila das mãos do que estava a sua frente – Obrigada por segurar – deu-lhe outro sorriso e uma cabeçada pegando de volta sua mochila

- Então, já está na saída? – Questionava novamente seu parceiro

- Você não tem nada melhor a fazer do que me distrair?! – Falava enquanto corria dos tiros. No pequeno momento em que juntava um papel que havia caído de sua mochila, surgiram mais oito guardas e começaram a atirar nela.

- Daiana, estou na saída, você está demorando – Continuava a reclamar aquela voz, ela achava-a bonita e sexy, mas ele já estava lhe tirando do sério. Mesmo o conhecendo a muito tempo, ele sempre conseguia tirá-la do sério, algo que nem ela entendia o motivo exatamente.

- Vá encher a vovozinha com reumatismo, seu... seu... chato – Ela calou-se e olhou novamente para trás, já não eram somente oito guardas, deveriam ter mais de quinze

- Esta parece você, está lenta hoje ein! E seu vocabulário está cada vez mais fraco, quer que eu te ensine algumas palavras novas?! – Ela tirou o fone do ouvido e continuou correndo, havia um muro a sua frente, olhou para os lados, viu uma placa e um aviso em alemão [Cerca eletrificada]. Um suspiro pesado “Eu não gosto do meu cabelo queimado” ela amarrou seus longos cabelos e colocou para dentro do capuz. Continuou correndo ao lado daquela cerca, desviando-se das balas que a seguiam. Conseguiu avistar algo, que a fez sorrir, um muro verde logo a sua frente, ela seguiu para lá. Quando estava próxima o suficiente, num salto, agarrou-se em uma trepadeira, conseguindo chegar na metade do muro, pegou novamente impulso e saltou sobre a cerca, sentiu um pequeno choque, nada insuportável, sua roupa de borracha havia lhe protegido. Alguém buzinou ao atrás dela assim que pousou no chão.

“Hoje não é mesmo meu dia” Ela levantou as mãos sobre a cabeça e virou-se devagar. Viu alguém conhecido dentro daquele carro, correu até ele e entrou

- Eu não demorei tanto – sorria para o rapaz ao seu lado

- Não, nem um pouco, só chamou muita a atenção – E ele seguia já em terceira marcha, passando para quarta

- Ah, não reclame Yoochun, eu sei que você queria ação, mas ninguém mandou machucar o ombro – Ela deu-lhe um tapa fazendo-o mostrar uma cara feia

Fazia curvas atrás da outra, olhando para seu pequeno GPS que estava abaixo do retrovisor, que ele alternava entre um e outro, estavam sendo seguidos. Ele avistou um caminhão de lado, trancando a passagem, estava com as portas traseiras abertas e viradas para uma ruela lateral, entrou em uma rua a sua frente, fez duas curvas para a esquerda e agora ia em direção aquele caminhão, suspirou fundo e acelerou. Daiana somente observava ele na direção, adorava aquele seu espírito impetuoso. Quando fechou a menos de meio metro do caminhão ele viu a rampa descer e assim que subiu nela, freiou. Estavam dentro. As portas atrás deles fecharam-se e o caminhão começou a andar, quem os seguia não havia percebido onde haviam entrado e continuou.

O caminhão ia devagar, para não ser percebido. Alguém abriu uma janela a frente e lhes disse que logo chegariam ao seu destino.

Yoochun e Daiana lhe fizeram um sinal de ‘Ok’

Alguém chamou Yoochun em seu rádio. Daiana não pode ouvir a conversa, somente a resposta de Yoochun - Ok, estamos bem aqui, só está um pouco frio – Olhando em volta havia vários bichos mortos, estavam num caminhão frigorífico – A encomenda está aqui – Ele pegou o pequeno papel que Daiana carregava, o mesmo que antes ela havia deixado cair e colocou em um scanner que havia no lugar do porta-copos - Mas acho que vamos morrer de frio se o motorista demorar.
Ela pegou um casaco que estava no banco traseiro e deu para Yoochun, após pegou um para ela e vestiu, acomodou-se e pôs seus fones de ouvido.

Continua

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